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Introdução
Jogos sempre me atraíram muito, sejam os de tabuleiro (WAR, Xadrez, Trilha), sejam os velhos consoles a que tive acesso, como o saudoso Odyssey 2 e o Atari, antes mesmo de existirem os nossos atuais PC’s (Personnal Computers) como os conhecemos hoje. No Odyssey 2 (fabricado em 1981), um jogo que quase ninguém lembra mais e me chamou a atenção logo de cara, era o “The Quest For The Rings”.

The Quest For The Rings
Esse jogo tinha um diferencial, pois vinha numa caixa especial, toda decorada com uma pintura interessante de um guerreiro aparando com sua espada o fogo de um imenso dragão esverdeado. Atrás dele, um homem com ares egípcios saía de uma parede de pedra como se a estivesse atravessando. Do outro lado, um velho mago de chapéu pontudo atirava um raio de energia arcana numa enorme espécie de aranha. Por fim, ao centro da tela, um homem encapuzado retirava um globo luminoso de um dos olhos de um grande rosto. O conteúdo da caixa era incluso um mapa que encaixava no teclado do Odyssey 2, onde era marcado o caminho percorrido no jogo eletrônico. O objetivo era enfrentar labirintos cheio de criaturas e inimigos (inclusive um dragão), para chegar a um anel mágico, então passava-se de fase. A imaginação fluía e, sem saber, era o meu primeiro contato com o conceito de RPG (Role-Playing Game ou Jogo de Interpretação de Papéis), mesmo sendo eletrônico. A essência estava ali.
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