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Paulo Velloso fala sobre as recentes mudanças na equipe Sexta, 16 de maio, de 2008
Adicionado por chataum  
 

   O portal brasileiro de e-Sports Gamesphere entrevistou hoje Paulo Velloso, dono da equipe de Counter-Strike Made in Brazil e General Manager da franquia da CGS Rio Sinistro. Autor da maior polêmica do e-Sport mundial desta semana, ele vem pela primeira vez à público explicar o que o motivou a tomar tal atitude.

   Confira abaixo as perguntas feitas pelo portal:

   Gamesphere: O senhor é bastante conhecido no cenário nacional e internacional, porém há pessoas que ainda não tem conhecem nem o trabalho que  vem fazendo ao longo desses anos. Conte-nos um pouco sobre o senhor e seu trabalho no e-Sport Brasileiro.
 
   Paulo Velloso:
Eu procuro centrar meus esforços empurrando o máximo que eu posso as competições de games. Meu objetivo é que essas se tornem o mais atrativa possível ao público, sem preferências por esta ou aquela comunidade ou sobre um ou outro evento. Procuro sempre avaliar o que dará maior retorno para o engrandecimento das competições. Estou sendo muito criticado por ter colocado o melhor material humano que dispomos a serviço da CGS, mas acho que todos entenderão a decisão em breve. Também não teria o menor problema, caso um dia julgue que o retorno não está sendo o esperado, em voltar atrás. Sinceramente acho que é uma grande oportunidade para todos que gostam das competições de games e nós certamente vamos estar mais fortes em futuro próximo.

   Gamesphere: The CGS, o que parecia um "clube" fechado, hoje conta com uma equipe com a administração assinada pelo senhor, o que é a CGS e o que ela representa hoje e podemos esperar a repetição da receita de sucesso que tornou o MiBR o que é hoje?
 
   Paulo Velloso:
A CGS não é um clube fechado. A CGS é uma iniciativa pioneira na organização de competições de games e me parece a organização mais bem preparada para ser bem sucedida no cenário mundial. Ela tem como maior virtude procurar ressaltar o excitamento e a emoção que as competições de games trazem ao público. Minha parte na CGS é transformar o Rio Sinistro numa equipe importante - leia-se ganhadora - na liga e eu vou me esforçar para cumprir minha parte da melhor forma possível. No ano passado não tive muita chance de implementar o que penso ser melhor para o crescimento de uma equipe. Novas regras, contratos mais rígidos, combines e drafts não me eram muito familiares. Nesse ano houve alguma indefinição no início quanto à América Latina, mas quando se decidiu, o evento veio com força total e nós estaremos fazendo o melhor para levar o que de melhor temos para mostrar no campeonato mundial em julho.

   Fonte: Gamesphere

 
 
2 comentários  
 
 
  apache [17/05 - 09:11] #1 
 
acho que é o sonho de todo site entrevistar o paulo uhaauhhauauahu impressionante !!!
 
 
  apache [17/05 - 09:11] #2 
 
"Bom, antes de começar quero deixar bem claro que me sinto honrado em entrevistar o maior ícone do e-Sport Brasileiro."
 
   
 

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