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Overclock sem limites

Vaza BIOS XOC de 2000W para a ASUS RTX 5090, liberando voltagem e poder extremo

Firmware modificado libera novos limites energéticos na RTX 5090 e reacende debates sobre segurança e overclock. Veja o que mudou e entenda os riscos.

Vaza BIOS XOC de 2000W para a ASUS RTX 5090, liberando voltagem e poder extremo
Créditos: Divulgação/ASUS

Uma BIOS XOC voltada para a ASUS GeForce RTX 5090 surgiu em fóruns internacionais no fim de semana, chamando atenção por liberar um power limit de até 2000W em placas personalizadas.

A imagem do firmware, compartilhada por usuários especializados em overclock, mostra permissões que ultrapassam qualquer configuração encontrada em modelos comerciais, ampliando voltagem, limite energético e margem térmica.

A BIOS teria sido testada inicialmente em placas RTX 5090 padrão da ASUS, mas indícios apontam que ela não foi desenvolvida para o modelo Matrix, que continua com firmware próprio e abordagens diferentes para gerenciamento térmico.

Reprodução/Overclock.net

O que a BIOS altera em relação ao firmware original

A principal mudança envolve o teto energético, que sobe para 2000W, permitindo frequências mais altas em cenários específicos.

O valor supera qualquer limite disponibilizado oficialmente pela NVIDIA ou pelos fabricantes, que trabalham com power limits muito abaixo disso.

Além disso, usuários relataram que a BIOS ajusta parâmetros como:

  • amplitude do PWR Limit, oferecendo novas margens de voltagem
  • permissões para controle manual mais amplo dos clocks
  • novas janelas térmicas para testes extremos

As primeiras comparações indicam que esse firmware parece ter como base arquiteturas anteriores de BIOS XOC usadas em placas da linha ROG.

Reprodução/Overclock.net

Testes iniciais sugerem compatibilidade parcial

A imagem publicada mostra que a BIOS está sendo reconhecida como compatível com a ASUS RTX 5090 ROG Strix, mas não há confirmação de suporte pleno no modelo Matrix, projetado para frequência elevada com foco em resfriamento líquido.

O teste divulgado na captura de tela exibe o firmware identificado como “V5090_XOC_2000W”, rodando com driver atualizado e reconhecido como versão funcional pelo NVFlash. A comunidade levantou dúvidas sobre estabilidade, mas até o momento não surgiram relatos de falhas críticas.

Esse tipo de BIOS não é direcionado ao público comum. São imagens experimentais, usadas em sessões controladas de overclock. Qualquer usuário que tentar reproduzir isso em casa precisa entender o nível de risco envolvido

Riscos apontados pelos usuários

O aumento agressivo de tensão e energia pode causar danos permanentes, especialmente em VRMs, fases de alimentação e no próprio conector de energia.

Usuários experientes destacam que, mesmo em sessões controladas, limites de 2000W são extremos demais para uso convencional.

Outro ponto levantado é a possibilidade de incompatibilidade com designs de PCB que não foram projetados para lidar com picos tão elevados. Em alguns casos, o uso inadequado desse firmware pode provocar:

  • shut down de segurança
  • rompimento de trilhas
  • degradação acelerada do chip
  • danos irreversíveis na placa

Mesmo assim, para overclockers competitivos, uma BIOS desse tipo abre a chance de quebrar recordes em plataformas como 3DMark, especialmente com resfriamento por nitrogênio líquido.

O contraponto: BIOS da Matrix ainda é a mais procurada

Paralelamente ao vazamento, circulam comentários sobre uma BIOS específica para o modelo ASUS RTX 5090 Matrix, mais robusta e com controles avançados de energia. Ela seria mais estável do que a BIOS XOC vazada, apesar de seguir sem liberação pública.

Para muitos entusiastas, essa BIOS oficial seria a “preferida” em cenários competitivos devido ao melhor gerenciamento dinâmico de voltagem e à integração com o sistema de refrigeração característico da Matrix.

Divulgação/ASUS

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Expectativas para o uso competitivo

Mesmo sem confirmação sobre a origem do arquivo, o firmware de 2000W reacendeu debates sobre os limites da arquitetura Blackwell em ambientes extremos. Se validado e usado por overclockers profissionais, pode servir como vitrine para demonstrar picos inéditos da GPU.

Além disso, a existência desse tipo de BIOS indica que fabricantes e equipes de OC seguem explorando o teto energético das placas RTX 5090, o que pode antecipar resultados para competições globais ao longo de 2026.

Fonte: Overclock.net

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