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PC Games

Os 75 Games de PC para jogar antes de Morrer

Os 75 Games de PC para jogar antes de Morrer
Créditos: Entre no nosso canal de Notícias e Análises

Por Filipe Braga (SubZero) e Mauro Barreto

Antes que o leitor inicie este artigo, é bom esclarecer que tal lista não tem a menor pretensão de ser “a verdade suprema”, até porque gosto é algo muito subjetivo e particular de cada um. Todavia, é inegÁvel que os jogadores (principalmente com mais de 25 anos) encontrarão aqui, no mínimo um punhado de jogos que certamente trarão lembranças memorÁveis.
 

Outro ponto a ser destacado é que alguns dos games presentes neste artigo são de uma era onde não se falava em placas 3D. Época esta em que ATi e NVIDIA eram meras coadjuvantes em um mundo onde se tinha a 3Dfx com suas Voodoos, a S3 Graphics Savage e a Matrox Mystique.

Por fim, devido à proporção que este material tomou, e como forma de aumentar ainda mais a expectativa de todos, achamos melhor dividi-lo em 3 partes:

1ª. Parte: Contém os primeiros 30 jogos (em ordem totalmente aleatória);

2ª. Parte: Com mais 30 títulos (sem critério de ordenamento);

3ª. Parte: (e última): Talvez a mais rica, mas certamente a mais divertida, onde os leitores da Adrenaline é quem decidirão quais games fecharão a lista final. Serão escolhidos os 15 títulos mais citados nos comentÁrios, completando assim a relação dos 75 Jogos Inesquecíveis para PC. Portanto, participe com a sua sugestão!

Vamos ao que interessa.

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1. Wolfenstein 3D

Nada melhor do que começar a lista dos 75 games inesquecíveis para PC apresentando o jogo que é considerado como o “Pai” dos FPS. Embora seja uma releitura de Castle Wolfenstein, de 1981, Wolfenstein 3D foi lançado em 1992 pela id Software.

A história gira em torno do agente secreto William “B.J.” Blazkowicz, que tenta escapar do castelo nazista Wolfenstein, precisando para tal, aniquilar algumas peças chaves e destruir projetos de bombas químicas.

O game tornou-se uma verdadeira febre entre os usuÁrios de PCs ao inovar pela sua jogabilidade e estilo.  Apesar de estar a anos-luz de Crysis (os requisitos na época eram: sistema operacional MS-DOS 5.0 ou superior, processador 386 de 33Mhz, 640Kb de memória RAM e 3MB de HD), é inegÁvel que até hoje, Wolfenstein 3D é fonte de inspiração de toda uma geração dos atuais jogos de tiro em primeira pessoa que temos hoje no mercado.

2. Stunts

Trata-se de um dos jogos mais divertidos dos anos 90. Embora seja classificado como um jogo de corrida, Stunts vai muito além dessa classificação. Lançado pela DSI em 1990, o game possuía grÁficos poligonais em 3D – um verdadeiro acontecimento para a época e possuía como grande atrativo, o editor de pistas, em que o jogador poderia criar os circuitos mais loucos e ousados possíveis (e alguns impossíveis), repletos de loops. Outro destaque, bastante ousado para a época, era a possibilidade de assistir os “replays” em diferentes ângulos.

3. Gabriel Knight 2 – The Beast Within

Composto por nada mais nada menos do que 6 CDs,  “A Fera Interior” foi considerado por muitos como um verdadeiro clÁssico do gênero adventure de terror. Segundo da série “Gabriel Knight”, produzido pela Sierra, “The Beast Within”, o jogador deveria solucionar uma série de estranhos e macabros assassinatos ocorridos em Nova Orleans, aparentemente relacionados a uma seita sobrenatural e satânica.

Gabriel Knight 2 – The Beast Within foi um prato cheio para quem não dispensava muitos mistérios e desafios, com uma certa dose de paciência e investigação. A grande pedida na época era jogÁ-lo durante a noite com o som alto, aumentando ainda mais os calafrios e a tensão!

4. Where In The World Is Carmen Sandiego?

Lançado em 1985 a partir de uma versão para o Apple II, o game foi sucesso para os fãs de enigmas e desafios históricos, contendo muitos elementos dos jogos de tabuleiros “Detetive”, “Master” e “Scotland Yard”. O jogador tinha como missão, encontrar Carmen Sandiego, exímia ladra e ex-detetive. Para tanto, eram dadas pistas (espécie de dicas histórico-geogrÁficas) que o jogador deveria saber “decifrar” para que pudesse capturar a vilã.

5. Road Rash

Lançado pela Electronic Arts para diversas plataformas entre os anos de 1991 e 1999, Road Rash agradou em cheio os jogadores não apenas pela alta velocidade das corridas em si, mas também pela disputa para ganhar colocações, onde valia de tudo, como fechar os oponentes, derrubar os motociclistas com chutes, socos e até mesmo paus e correntes! Além disso, o jogador tem ainda que despistar os policiais que podem multÁ-lo ou mesmo prendê-lo.

O game ficou tão marcado no meio das duas rodas, que o termo road rash é hoje sinônimo para os ferimentos decorrentes das quedas em alta velocidade.

Road Rash trouxe ainda como novidade, o fato de ser o primeiro game de corrida a acrescentar o conceito de altitude (e não apenas em um plano horizontal) e por trazer um esboço ainda que primitivo, do que hoje chamamos de física dos jogos.

6. Time Commando

Trata-se de um misto de ação com aventura lançado em 1996 pela Activision onde o jogador literalmente “viaja” ao longo das eras da civilização (Pré História, Império Romano, Japão Medieval, Idade Média, Tempo dos Conquistadores, Velho Oeste, Guerras Modernas  e Para Além do Tempo).

No game, o jogador deverÁ viajar pelos diversos estÁgios da evolução humana, com o intuito de tentar acabar com um vírus criado por um super computador que põe em risco a vida na Terra.

A idéia (de se viajar pelo tempo) foi muito bem recebida pela comunidade, tornando-se um dos grandes clÁssicos de seu tempo.

7. SimCity 2000

SimCity 2000 corou a versão original do game, lançado em 1993 pela Maxis. O jogo manteve todos os elementos de sucesso da geração anterior, acrescentando um primoroso suporte grÁfico para a época, sendo um dos primeiros isométricos (em 3D). 

Talvez o grande atrativo da série SimCity seja o da possibilidade do usuÁrio “brincar” de governante, tendo todos os meios para criar e desenvolver uma cidade, disponibilizando meios para o crescimento sócio-econômico da mesma.

8. The Dig

Lançado em 1995 pela LucasArts, The Dig pode ser considerado como um grande épico de aventura de ficção científica, com o enredo de Sam Clark e com a colaboração de ninguém mais ninguém menos de Steven Spielberg.

O jogo se passa quando um meteoro estÁ caindo na Terra. É então que uma equipe da NASA é enviada para o espaço para salvar o planeta da destruição. Após conseguirem alterar a rota do cometa, os astronautas descobrem que na verdade o tal asteróide é na verdade uma nave espacial que os lavam para um planeta devastado, onde havia sinais de uma civilização. Diante do novo desafio, a equipe tem que usar de todos os seus conhecimentos para tentar desvendar um modo de retornarem para a Terra.

The Dig tinha como requisitos técnicos na época, um processador 486 DX2-66 (66Mhz), Sistema Operacional MS-DOS 6.0, poderosos 8MB de memória RAM, HD com 1MB de espaço livre e placa de vídeo com suporte a 256 cores.

9. Heroes of Might and Magic III

Embora tenha surgido em 1995 pela The 3DO Company, foi em 1999 que a franquia de Heroes of Might and Magic se consagrou de vez com a chegada do terceiro título.

A série é considerada de longe como a melhor no estilo estratégia de fantasia por turnos (onde cada jogador joga isoladamente, aguardando pela vez do próximo e do computador). 

Heroes of Might and Magic III era até então a  versão mais jogada até hoje de toda a saga (desbancado pela chegada do quinto episódio), contando com mais monstros, castelos e heróis, além de grÁficos mais modernos. 

A jogabilidade por turnos é um verdadeiro convite à estratégia, sem apressar o jogador a tomar decisões precipitadas. Todavia, feita a jogada, o participante não tem mais como “consertar” seu ato, tendo que arcar com as conseqüências no turno seguinte.

10. Full Throttle

Lançado em 1995 pela LucasArts, Full Throttle é mais um clÁssico dos anos 90 em se tratando de adventure. 

O enredo do game se concentra em seu personagem principal,  Ben Whatsisname, líder da gangue de motoqueiros The Polecats. O ambiente do jogo retrata um futuro pós-apocalíptico, quase sempre desértico e rochoso, lembrando em muito o filme Mad Max.

Full Throttle, assim como outros títulos da LucasArts, apresenta algumas curiosidades e referências “escondidas” no decorrer da história.

Apesar do enorme sucesso na época, o estúdio tentou por duas vezes produzir uma nova versão do game. Em 2000 a LucasArts anunciou Full Throttle II: Payback, que “afundou” no mesmo ano, e Full Throttle: Hell on Wheels, anunciado em 2003 e que chegou a ganhar um vídeo de demonstração mostrado no E3 daquele ano. Contudo, o projeto voltou para a “gaveta”.

11. Phantasmagoria

Quem tem pelo menos 25 anos certamente jogou ou ouviu falar em Phantasmagoria e seus famosos calafrios aos quais os jogadores eram submetidos.

Desenvolvido em 1995 pela Sierra On-Line, o game era um adventure de horror e suspense que realmente causava certo “pânico” em jogatinas travadas a noite. Com requisitos que hoje mais lembram um jogo para Tetris (Sistema Operacional DOS 5.0, Processador 486 DX2-66, 8MB RAM, 5MB de HD e VGA SVGA com resolução 640×480, 256 colors), Phantasmagoria tinha como grande “sacada”, o fato de mesclar imagens renderizadas com reais, ou seja, com atores reais “dentro” do jogo. Para tal, o game vinha com nada mais nada menos do que 7 CDs!

Cenas de extrema violência e até mesmo um indício de estupro fizeram de Phantasmagoria um dos títulos mais assustadores e polêmicos de todos os tempos. Para se ter idéia, o game foi banido na AustrÁlia, e outras lojas grandes dos Estados Unidos recusaram-se em vendê-lo.

A série ganhou ainda uma sequência no ano seguinte com Phantasmagoria 2: A Puzzle of Flesh, mas o projeto não teve a mesma aceitação pelo público, uma vez que houve fortes mudanças em sua jogabilidade que acabou por comprometer com a série.

12. Warcraft II

Embora Warcraft: Orcs & Humans tivesse obtido sucesso em seu lançamento em 1994, no ano seguinte, mais precisamente em dezembro de 1995, Warcraft II: Tides of Darkness “estourou” de vez no mercado.

A franquia, sinônimo de sucesso de público e crítica, é atualmente venerada por milhões e milhões de fãs tanto com Warcraft 3 quanto com o MMORPG World of Warcraft.

No Brasil, o game ganhou uma versão especial em português, chamado Warcraft II Gold, trazendo mais mapas, editor de mapas e Áudio na língua local. 

O fato curioso é que Warcraft 3, apesar de toda a inovação grÁfica, não possui unidades aquÁticas, fato presente em Tides of Darkness e que dÁ um destaque todo especial para as batalhas.

13. Diablo II

Diablo II é outra obra prima da Blizzard Entertainment. Venerado até hoje, cerca de 9 anos após o seu lançamento, o game é sem dúvida uma fonte de inspiração para os demais estúdios em se tratando de action com RPG.

Trazendo grÁficos mais modernos, Diablo II possui todos os elementos que empolgam o jogador: belos grÁficos de aspecto sombrio, boa jogabilidade e um enredo rico e cativante. O game ganhou ainda a expansão Lord of Destruction, outro sucesso de público e crítica.

14. Starcraft

Fechando o triunvirato da Blizzard Entertainment, StarCraft é um RTS futurista lançado em 1998 e que arrebatou uma legião de fãs, principalmente para as disputas de partidas em rede.

A história principal acompanha a guerra entre três espécies galÁcticas: os adaptÁveis Terrans, a consciência coletiva artrópode Zerg e os guerreiros humanóides com tecnologia psiônica Protoss.

O jogo foi o mais vendido em 1998 e hoje possui uma respeitÁvel marca de 9 milhões de cópias vendidas (somando-se a expandão Brood War). Apesar de defaso em termos grÁficos, passos 11 anos, Starcraft possui uma considerÁvel e ativa comunidade que disputam partidas multiplayers em vÁrios servidores.

Com um enredo que ecoa hoje como um alerta para a nossa sociedade (os humanos fogem da Terra a procura de um novo “lar” após extraírem todos os seus recursos naturais), StarCraft atualmente estÁ prestes a ganhar uma nova edição, com grÁficos totalmente em 3D.

15. The Elder Scrolls IV: Oblivion

Lançado em 2006 pela Bethesda Softworks, Oblivion não desapontou sequer o mais exigente fã da série The Elder Scrolls. O game, um RPG com ação, conseguiu um feito que parecia impossível: superar Morrowind, terceiro título da franquia.

Além de contar com uma fantÁstica jogabilidade, onde o jogador é livre para fazer praticamente qualquer ação e ir para qualquer lugar, Oblivion tem como uma de suas marcas registradas, o esmero e dedicação por parte da equipe técnica tanto no quesito Áudio quanto nos grÁficos, que apesar de 3 anos de lançado, ainda é considerado como um dos games com melhores grÁficos existentes no mercado.

16. IceWindDale II

 

Os fãs de RPG certamente não se esquecem da franquia IceWindDale lançada em 2000 pela Black Isle Studios. Dois anos após a chegada da versão original, IceWindDale II veio para coroar a série com diversão para pelo menos 60 horas de jogo.

O game traz como novidades a incorporação de algumas regras da 3ª edição de Dungeons & Dragons, novas Classes, mais de cinqüenta novos feitiços, mais de cem novos itens especiais, novas criaturas, dentre outras melhorias, além é claro, de um aperfeiçoamento na qualidade grÁfica.
 

O game tinha como configuração recomendada um Pentium III 500Mhz com 128MB de RAM. 

17. Baldur’s Gate 2

É impossível falar de IceWindDale sem mencionar Baldur’s Gate. Lançado pela BioWare e pela Black Isle Studios, Baldur’s Gate 2 chegou ao mercado em 2000 trazendo a seguinte configuração: Placa de Vídeo compatível com DirectX, 2MB (640×480) e 4MB (800×600), Pentium II 266 MHz, 64MB de RAM e 600MB de espaço livre em HD.

O game é um clÁssico de RPG com ação, sendo considerado fonte de inspiração para os atuais games do gênero.

18. Dungeon Siege

Misto de RPG com ação produzido pela Gas Powered Games e distribuído pela Microsoft Game Studios, Dungeon Siege foi lançado em 2002 trazendo a assinatura de Chris Taylor (de Total Annihilation)

O game foi muito bem recebido pela comunidade principalmente por ter uma boa jogabilidade e grÁficos descentes para a época, além de possuir uma dinâmica bastante semelhante ao clÁssico Diablo 2. 

A franquia recebeu uma expansão em 2003 chamada Legends of Aranna e em 2005 ganhou mais um capítulo com Dungeon Siege II.

19. Heretic

Heretic é FPS de fantasia desenvolvido pela Raven Software em 1994 e publicado pela id Software que se destacou pelo fato de ser considerado a versão “medieval” de Doom.

O game, que fora criado em cima de uma versão modificada de Doom, destacou-se pelo fato de ser um dos primeiros games do gênero a manipular objetos e a ter giro da câmera de visão tanto na horizontal quanto na vertical.

Heretic seguia a linha de tensão de Doom, possuindo uma impactante música de “fundo”, além de possuir sons e ruídos do ambiente com o intuito de aumentar ainda mais a sensação de realismo.

Em 1998 a saga ganhou o segundo título, este baseado na engine de Quake, mas passando a ser um shooter em terceira pessoa.
 

20. Hexen

Mais um FPS da dupla Raven Software/id Software que marcou época nos anos 90. Lançado no final do ano de 1995, Hexen é um shooter de fantasia inspirado no Heretic, construído com uma versão modificada da engine grÁfica de Doom.

Na verdade Hexen adiciona alguns elementos de RPG ao gênero FPS, como por exemplo a definição de classes para o personagem, a possibilidade de guardar alguns itens em um inventÁrio, além da quebra do paradigma em ter de passar de “fase” para progredir no jogo.

Outro avanço trazido no game foi na parte sonora, onde as músicas não tinha mais a qualidade MIDI, passando a rodar no Áudio do CD.

21. Civilization II

Sid Meier’s Civilization II, mais conhecido simplesmente por Civilization II ou Civ II, chegou ao mercado no início do ano de 1996 pela MicroProse, consagrando a franquia de Sid Meier como uma das melhores (senão a melhor) em seu gênero.

Diferentemente da maioria dos jogos de estratégia onde o objetivo primordial era construir “levas” de exército para massacrar o oponente, em Civilization, a vitória pode ocorrer por exemplo na diplomacia. O jogador necessita ainda administrar e gerenciar os recursos estratégicos e fazer com que sua civilização prospere, partindo de tempos pré-históricos, chegando até a era especial.
 

Outro diferencial na franquia é que ao invés das ações se passarem em tempo real, Civ ocorre por turnos, primando assim ainda mais pela estratégia e bom senso.

Mais recentemente em 2005 a série ganhou seu quarto episódio, sendo mais uma vez merecedor de elogios.

22. Far Cry 2

Lançado no final de 2008 pela Ubisoft, Far Cry 2 foi recebido com certa desconfiança por parte da comunidade pelo fato de apresentar mudanças em seu enredo, abandonando os aspectos de ficção científica de seu predecessor em favor de uma ambientação mais realista. Sai de cena monstros alienígenas, e entra como desafios, guerrilheiros africanos.

O game conta com um dos visuais mais bonitos em toda a história da indústria dos jogos eletrônicos, tendo como rival unicamente Crysis.

O jogo ambienta-se no território não-linear da África, na qual o jogador se posicionarÁ em savanas e selvas profundas, contando com aspectos climÁticos altamente realísticos, além de animais selvagens. 

23. Counter-Strike

Considerado uma verdadeira febre nas LAN Houses e em partidas disputadas via rede,  Counter-Strike  chegou em 1999 como sendo um mod (versão modificada) de Half Life 2.

O game é na verdade bem simples e objetivo: HÁ duas equipes (contra-terroristas e terroristas), nas quais combatem entre si em busca da vitória. Contudo, exige-se do jogador muita estratégia e trabalho em equipe.

Counter-Strike tem o mérito de ser um dos grandes responsÁveis pela disseminação dos jogos por rede, sendo considerado o maior responsÁvel pela popularização das LAN Houses no mundo. Grande parte desse motivo deve-se ao fato do jogo ser bastante leve (processador de 500 Mhz, 96MB de RAM e placa 3D com 16MB).

Em 2004, o game ganhou um novo “fôlego” com a chegada de Counter-Strike: Source, baseado na mesma engine grÁfica de Half-Life 2.

24. Age Of Empires

Em 1997, o estúdio Ensemble produzira este memorÁvel game de estratégia em tempo real publicado pela Microsoft. Nele, o jogador é responsÁvel por desenvolver uma tribo desde os tempos da pré-história até a Idade ClÁssica, com o objetivo de tornÁ-los um povo forte e auto-suficiente capaz de derrotar grupos inimigos.

É possível escolher entre 12 povos diferentes, ocidentais e orientais, incluindo os persas, egípcios, fenícios, babilônios, gregos, chineses… O jogador pode controlar sua tribo em quatro diferentes campanhas single-player ou ainda construir as próprias campanhas com uma ferramenta do game.

Apesar de ser o game original da franquia, Age of Empires não foi tão aclamado quanto alguns de seus títulos sucessores, mas fez bastante sucesso, talvez por mesclar elementos de outros jogos de sucesso na época, como Warcraft e Civilization. Rendeu um pacote de expansão no ano seguinte, intitulado The Rise of Rome, obviamente focado no Império Romano, e a partir daí as sequências não pararam mais.

25. The Need for Speed

Fica até difícil falar novamente sobre Need for Speed depois do especial publicado pelo Andrei hÁ algumas semanas, mas nunca é demais relembrar os motivos de um clÁssico ser o que é.
 

Produzido em 1994 pela EA canadense em parceria com a revista de automobilismo Road & Track, o primeiro título desta franquia (que nessa época tinha o prefixo “The”) fez tamanho sucesso que rende novas versões até hoje, sem precisar de parceria com revista alguma, e continua rendendo verdinhas à Electronic Arts.

Para a época, o game inovou no aspecto realismo das corridas, com o que eram considerados ótimos grÁficos e sistema de física que buscava aproximar o jogador de uma corrida real. O modo de “fuga da polícia” também foi mais um elemento de sucesso, adicionando a pitada de adrenalina que caiu muito bem nesta receita.

26. Street Fighter II

 

Street Fighter II… Quem nunca jogou uma versão deste jogo não merece ser chamado de “gamer”. SFII era como uma verdadeira “praga” que, após o sucesso imediato nos arcades, se alastrou por todas as plataformas da época, e é claro que o PC não poderia estar de fora.

Em termos de grÁficos, a versão do PC era a que mais se assemelhava à dos arcades, deixando para trÁs a resolução reduzida do Super Nintendo e do Mega Drive. Por outro lado, o som ainda era um problema na época: dependendo da placa de som do usuÁrio, ele poderia ouvir todos os tradicionais sons dos golpes, incluindo Hadoukens e Shoryukens à vontade, ou tê-los substituídos por “beeps” de computador. Um elemento “broxante” para um game deste tipo, mesmo no início dos anos 90.

Outra mudança com relação ao original estÁ na configuração dos comandos: No pc, os golpes eram feitos somente com dois botões, o que modificava o esquema de golpes fracos, fortes e médios, alterando um pouco a jogabilidade clÁssica do game. De qualquer forma, consta em nossa lista por ter ajudado a popularizar ainda mais este game entre os jogadores de PC.

27. Deus Ex

Não hÁ dúvidas de que este é um jogão. Tanto é que foi eleito o “melhor game de PC de todos os tempos” através de uma votação feita pela revista britânica PC Zone. Trata-se de uma aventura cyberpunk, com tudo o que este gênero tem de melhor: espionagem, ação e uma trama envolvendo tecnologia avançada e megacorporações em um ambiente futurista e sombrio.

Nessa mistura de RPG e FPS, você comanda o agente secreto JC Denton, que tem implantes cibernéticos por todo o corpo que lhe permitem realizar ações sobre-humanas. Para quem estÁ familiarizado com os animês da série Ghost in the Shell, é mais ou menos por aí. Esses implantes podem receber ‘upgrades’ durante o game, sem falar no arsenal composto de armas “à moda antiga”, como lança-chamas, até gerador de pulsos-eletromagnéticos e espadas laser.

Seus grÁficos e jogabilidade não são exatamente o ponto forte, não representanto nada além da média para a época em que foi lançado (2000), mas seu enredo detalhado e ambientação imersiva é o que fizeram deste título um grande destaque publicado pela Eidos e produzido pela Ion Storm.

28. Medal of Honor: Allied Assault

Idealizado pelo mago da sétima arte Steven Spielberg, Medal of Honor (MOH) é uma das franquias de FPS de maior sucesso da indústria dos jogos eletrônicos, ao lado de Call of Duty.

Allied Assault, embora seja o terceiro game da série, foi o primeiro do mundo dos PCs, lançado em janeiro de 2002 pela Electronic Arts, construído em cima da engine grÁfica id Tech 3.
 

Apesar de motivo de polêmica em alguns países (principalmente na Alemanha), por conter símbolos nazistas, Medal of Honor: Allied Assault foi muito bem recebido pelo seu realismo e fidelidade aos fatos históricos, como os armamentos, equipamentos e sonoplastia.

O personagem principal do jogo é o tenente Mike Powell, do exército americano, que trabalha para o Escritório de Serviços Estratégicos (OSS, em inglês), agência secreta americana da qual, mais tarde, surgiria a CIA. As missões variam consideravelmente, incluindo resgatar aliados atrÁs das linhas inimigas na França ou atacar posições alemãs na Noruega. A terceira missão, porém, é uma das mais empolgantes, pois retrata a invasão da Normandia no Dia D. Essa parte é geralmente comparada ao filme O Resgate do Soldado Ryan (1998), de Steven Spielberg, e fez tanto sucesso que foi recriada para os consoles em Medal of Honor: Frontline.

29. Call of Duty

Assim como Medal of Honor, Call of Duty (carinhosamente chamado de CoD) é considerada uma das franquias de FPS de maior sucesso de public e gênero da história.

Sua saga teve início no final de 2003 pela Infinity Ward, recém companhia formada pela união de alguns ex-integrantes da equipe de desenvolvimento de Medal of Honor: Allied Assault que tinha como objetivo central, criar um jogo de tiro em primeira pessoa baseado na Segunda Guerra Mundial mais profundo e envolvente.

Mesmo herdando o bom e velho motor grÁfico id Tech 3 (jÁ ultrapassado para a época), CoD arrebatou multidões pelos quarto cantos do planeta, principalmente pelo realismo dos combates e fidelidade na recriação das cidades e cenÁrios de guerra (para se ter idéia, a fase de Caretan é identica ao seriado Band of Brothers), tendo ainda de quebra um ótimo nível grÁfico, mesmo com o uso da antiga engine.

Call of Duty apresenta ainda como destaque, diferentes perspectivas durante o jogo, alternando ora com os  norte americanos, ora com britânicos e soviéticos. Outra característica bastante peculiar é o uso de aliados durante o modo singleplayer, mostrando que uma guerra é vencida por um grupo de heróis e não por apenas um soldado.

30. Rome: Total War

Mais conhecido por RTW, Rome Total War é um jogo de estratégia produzido pela Creative Assembly em 2004 em que o jogador participa de batalhas históricas e fictícias em plena era romana, do período que se estende do fim da República (270 a.C.) até o início do Império dos Césares (14 d.C). 

O jogador pode optar por diversas civilizações, tais como Gregos, Partos, Macedônicos, Gauleses, Bretões, Romanos, Egípcios, Germanos, Cartagineses dentre outras.

RTW é na verdade o terceiro jogo da franquia Total War (Shogun, Medieval, Rome, Medieval II, Empire e Napoleon), que é considerada uma das mais respeitadas no gênero e que se destacou pela quantidade impressionante de unidades presentes no campo de batalha.

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Continuamos na semana que vem com o restante da lista (leia aqui). Esperamos que tenham gostado, e não se esqueçam de participar enviando suas sugestões de jogos para a terceira parte do Especial! 

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